Sua rotina médica, em cinco comandos.
Da imagem anatômica à explicação para o paciente. Um guia visual com exemplos e instruções prontas para copiar.
Imagens ilustrativas para estudo, documentação e comunicação, sujeitas à revisão profissional.
O pedido completo faz a diferença.
Neste guia, os nomes com / são rótulos para organizar suas instruções. Copie o prompt completo e substitua os campos entre colchetes pelo seu contexto.
Imagem, registro, raciocínio ou comunicação.
Região anatômica ou informações disponíveis.
Confira anatomia, fatos e adequação clínica.
/xrayTransforme anatomia em uma imagem de raio-X.
Crie um recurso visual em escala de cinza para estudo e educação médica. Especifique a região anatômica e a projeção desejada.
- Escala de cinza
- Região e projeção definidas
- Sem texto desnecessário
/xray [região anatômica]/xray tóraxVer o prompt completo
/xray [região anatômica]
Crie uma imagem médica ilustrativa em estilo radiografia, com aparência clínica e realista, para finalidade educacional.
Resultado esperado:
- Radiografia em escala de cinza.
- Anatomia claramente visível.
- Projeção adequada à região solicitada. Se a projeção não estiver definida, pergunte antes de gerar.
- Estética semelhante a uma imagem radiológica real.
- Sem textos ou elementos desnecessários, salvo solicitação.
Identifique a imagem como ilustração educacional. Não a apresente como exame real de um paciente. A anatomia deverá ser revisada por um profissional antes do uso.Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.
/anatomyEnsine anatomia com mais clareza.
Peça uma representação didática e detalhada de uma região do corpo, com as principais estruturas identificadas em português.
- Vistas relevantes
- Estruturas identificadas
- Legendas em português
/anatomy [região anatômica]/anatomy do péVer o prompt completo
/anatomy [região anatômica]
Crie uma representação anatômica médica, didática e detalhada da região indicada, para estudo e educação médica.
Resultado esperado:
- Identificação das principais estruturas.
- Vistas relevantes quando necessário.
- Ossos, músculos, tendões, ligamentos, nervos e vasos conforme o tema.
- Legendas em português.
- Visual adequado para estudo e educação médica.
Não invente estruturas ou relações anatômicas. Se não tiver certeza de um detalhe, indique a necessidade de revisão. A ilustração e as legendas deverão ser conferidas por um profissional antes do uso.Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.
/SOAPnoteDê uma estrutura ao registro clínico.
Organize as informações fornecidas em Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano. Mantenha explícito o que não foi informado.
/SOAPnote
[quadro clínico ou dados do paciente]/SOAPnote
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, cefaleia e visão turva.Ver o prompt completo
/SOAPnote
[quadro clínico ou dados do paciente, sem informações identificáveis]
Transforme exclusivamente as informações fornecidas em uma nota SOAP estruturada.
S — Subjetivo
O que o paciente relata:
- Queixa principal.
- História da doença atual.
- Sintomas.
- Antecedentes relevantes.
- Medicamentos e alergias, quando informados.
O — Objetivo
O que pode ser observado ou medido:
- Sinais vitais.
- Exame físico.
- Exames complementares disponíveis.
- Achados objetivos.
A — Avaliação
Impressão clínica:
- Hipóteses diagnósticas.
- Diagnósticos diferenciais.
- Interpretação dos achados.
P — Plano
Conduta e próximos passos:
- Investigação.
- Exames.
- Tratamento, quando apropriado.
- Orientações.
- Acompanhamento e encaminhamentos.
Não invente dados clínicos que não foram fornecidos. Quando uma informação estiver ausente, indique que não foi informada ou que precisa ser avaliada. Diferencie fatos fornecidos, hipóteses e sugestões para revisão médica. Não registre uma conduta sugerida como se já tivesse sido realizada.Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.
/DDXOrganize as hipóteses. Explicite as dúvidas.
Estruture possibilidades a partir do quadro clínico, mostrando o que sustenta cada hipótese e o que ainda precisa ser avaliado.
- Achados a favor
- Contra / avaliar
- Perguntas e sinais de alerta
/DDX
[quadro clínico]/DDX
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, dores de cabeça e visão turva.Ver o prompt completo
/DDX
[quadro clínico, sem informações identificáveis]
Organize o raciocínio diagnóstico diferencial a partir das informações fornecidas.
Apresente uma tabela com:
- Hipótese.
- Probabilidade qualitativa: Alta / Moderada / Menor, somente quando houver informações suficientes para sustentá-la; caso contrário, indique "não estimável com os dados disponíveis".
- A favor: achados compatíveis informados no caso.
- Contra / Avaliar: achados ausentes, informações desconhecidas e investigação necessária.
A classificação deve ser tratada como uma organização clínica baseada nas informações fornecidas, não como diagnóstico definitivo.
Também pode incluir:
- Sinais de alerta.
- Perguntas clínicas relevantes.
- Exames que ajudam a diferenciar as hipóteses.
- Próximos passos sugeridos para revisão médica.
Não invente sintomas, sinais, resultados ou antecedentes. Diferencie o que foi informado do que precisa ser investigado. O diagnóstico diferencial não substitui avaliação médica, exame físico ou exames complementares.Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.
/patientfriendlyTraduza o raciocínio para quem mais precisa entender.
Transforme a informação médica em uma explicação com frases curtas, linguagem cotidiana e incertezas bem sinalizadas.
- Linguagem cotidiana
- Sem alarmismo
- Hipóteses bem sinalizadas
/patientfriendly
[informação médica]/patientfriendly
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, cefaleia e visão turva.Ver o prompt completo
/patientfriendly
[informação médica]
Simplifique a explicação médica para que o paciente consiga compreender o quadro sem excesso de termos técnicos.
Estrutura sugerida:
1. O que pode estar acontecendo?
Explique o quadro de forma simples, usando linguagem cotidiana.
2. O que isso pode significar?
Apresente as principais possibilidades sem afirmar um diagnóstico sem confirmação.
3. Por que é importante investigar?
Explique claramente a importância da avaliação.
4. O que o médico pode fazer?
Descreva de forma simples os exames e as etapas da avaliação, quando houver informações suficientes.
5. Quando procurar atendimento imediatamente?
Apresente sinais de alerta relevantes quando existirem, para revisão pelo médico.
Regras de linguagem:
- Evite jargões médicos ou explique o termo quando ele for necessário.
- Use frases curtas e diretas.
- Priorize clareza em vez de complexidade.
- Não cause alarmismo.
- Não transforme uma hipótese em diagnóstico confirmado.
- Destaque sinais de alerta quando existirem.
- Não invente dados nem apresente como definida uma orientação que ainda precisa de avaliação médica.Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.
Do raciocínio à conversa com o paciente.
Use o mesmo contexto em etapas diferentes. Cada comando organiza uma parte do trabalho, sempre com revisão médica.
/DDXOrganizar hipóteses
Liste possibilidades, achados a favor e o que precisa ser investigado.
Usar este comando/SOAPnoteEstruturar o registro
Distribua somente os dados informados em S, O, A e P.
Usar este comando/patientfriendlyExplicar com clareza
Traduza as informações revisadas para uma linguagem acessível.
Usar este comandoO caso é didático e não contém exame físico ou resultados de exames. A IA deve sinalizar essas ausências, sem preencher lacunas com informações da imagem.
Continue construindo a sua prática com IA.
Conectando os médicos do futuro.