Guia prático · Inteligência artificial

Sua rotina médica, em cinco comandos.

Da imagem anatômica à explicação para o paciente. Um guia visual com exemplos e instruções prontas para copiar.

5 recursos para a sua prática
01 / IMAGEM ILUSTRATIVA/xray
02 / ANATOMIA/anatomy

Imagens ilustrativas para estudo, documentação e comunicação, sujeitas à revisão profissional.

Antes de começar

O pedido completo faz a diferença.

Neste guia, os nomes com / são rótulos para organizar suas instruções. Copie o prompt completo e substitua os campos entre colchetes pelo seu contexto.

01Escolha o objetivo

Imagem, registro, raciocínio ou comunicação.

02Inclua o contexto

Região anatômica ou informações disponíveis.

03Revise o resultado

Confira anatomia, fatos e adequação clínica.

01/xray

Transforme anatomia em uma imagem de raio-X.

Crie um recurso visual em escala de cinza para estudo e educação médica. Especifique a região anatômica e a projeção desejada.

  • Escala de cinza
  • Região e projeção definidas
  • Sem texto desnecessário
Como escrever/xray [região anatômica]
Exemplo do guia
/xray tórax
Pronto para adaptar
Ver o prompt completo
/xray [região anatômica]

Crie uma imagem médica ilustrativa em estilo radiografia, com aparência clínica e realista, para finalidade educacional.

Resultado esperado:
- Radiografia em escala de cinza.
- Anatomia claramente visível.
- Projeção adequada à região solicitada. Se a projeção não estiver definida, pergunte antes de gerar.
- Estética semelhante a uma imagem radiológica real.
- Sem textos ou elementos desnecessários, salvo solicitação.

Identifique a imagem como ilustração educacional. Não a apresente como exame real de um paciente. A anatomia deverá ser revisada por um profissional antes do uso.

Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.

Imagem de radiografia
Imagem ilustrativa em estilo radiografia. Não utilizar como exame clínico.
02/anatomy

Ensine anatomia com mais clareza.

Peça uma representação didática e detalhada de uma região do corpo, com as principais estruturas identificadas em português.

  • Vistas relevantes
  • Estruturas identificadas
  • Legendas em português
Como escrever/anatomy [região anatômica]
Exemplo do guia
/anatomy do pé
Pronto para adaptar
Ver o prompt completo
/anatomy [região anatômica]

Crie uma representação anatômica médica, didática e detalhada da região indicada, para estudo e educação médica.

Resultado esperado:
- Identificação das principais estruturas.
- Vistas relevantes quando necessário.
- Ossos, músculos, tendões, ligamentos, nervos e vasos conforme o tema.
- Legendas em português.
- Visual adequado para estudo e educação médica.

Não invente estruturas ou relações anatômicas. Se não tiver certeza de um detalhe, indique a necessidade de revisão. A ilustração e as legendas deverão ser conferidas por um profissional antes do uso.

Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.

Ilustração anatômica
Ilustração anatômica. Revise estruturas e legendas antes de usar.
03/SOAPnote

Dê uma estrutura ao registro clínico.

Organize as informações fornecidas em Subjetivo, Objetivo, Avaliação e Plano. Mantenha explícito o que não foi informado.

SSubjetivoO que é relatado
OObjetivoO que é observado
AAvaliaçãoImpressão clínica
PPlanoPróximos passos
Como escrever/SOAPnote [quadro clínico ou dados do paciente]
Exemplo do guia
/SOAPnote
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, cefaleia e visão turva.
Pronto para adaptar
Ver o prompt completo
/SOAPnote
[quadro clínico ou dados do paciente, sem informações identificáveis]

Transforme exclusivamente as informações fornecidas em uma nota SOAP estruturada.

S — Subjetivo
O que o paciente relata:
- Queixa principal.
- História da doença atual.
- Sintomas.
- Antecedentes relevantes.
- Medicamentos e alergias, quando informados.

O — Objetivo
O que pode ser observado ou medido:
- Sinais vitais.
- Exame físico.
- Exames complementares disponíveis.
- Achados objetivos.

A — Avaliação
Impressão clínica:
- Hipóteses diagnósticas.
- Diagnósticos diferenciais.
- Interpretação dos achados.

P — Plano
Conduta e próximos passos:
- Investigação.
- Exames.
- Tratamento, quando apropriado.
- Orientações.
- Acompanhamento e encaminhamentos.

Não invente dados clínicos que não foram fornecidos. Quando uma informação estiver ausente, indique que não foi informada ou que precisa ser avaliada. Diferencie fatos fornecidos, hipóteses e sugestões para revisão médica. Não registre uma conduta sugerida como se já tivesse sido realizada.

Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.

Nota clínica SOAP
Exemplo de formato SOAP. Os dados da arte são demonstrativos e não devem ser acrescentados a um caso real.
04/DDX

Organize as hipóteses. Explicite as dúvidas.

Estruture possibilidades a partir do quadro clínico, mostrando o que sustenta cada hipótese e o que ainda precisa ser avaliado.

  • Achados a favor
  • Contra / avaliar
  • Perguntas e sinais de alerta
Como escrever/DDX [quadro clínico]
Exemplo do guia
/DDX
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, dores de cabeça e visão turva.
Pronto para adaptar
Ver o prompt completo
/DDX
[quadro clínico, sem informações identificáveis]

Organize o raciocínio diagnóstico diferencial a partir das informações fornecidas.

Apresente uma tabela com:
- Hipótese.
- Probabilidade qualitativa: Alta / Moderada / Menor, somente quando houver informações suficientes para sustentá-la; caso contrário, indique "não estimável com os dados disponíveis".
- A favor: achados compatíveis informados no caso.
- Contra / Avaliar: achados ausentes, informações desconhecidas e investigação necessária.

A classificação deve ser tratada como uma organização clínica baseada nas informações fornecidas, não como diagnóstico definitivo.

Também pode incluir:
- Sinais de alerta.
- Perguntas clínicas relevantes.
- Exames que ajudam a diferenciar as hipóteses.
- Próximos passos sugeridos para revisão médica.

Não invente sintomas, sinais, resultados ou antecedentes. Diferencie o que foi informado do que precisa ser investigado. O diagnóstico diferencial não substitui avaliação médica, exame físico ou exames complementares.

Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.

Diagnóstico diferencial
Exemplo de organização das hipóteses. Classificações e condutas da imagem não validam um diagnóstico.
05/patientfriendly

Traduza o raciocínio para quem mais precisa entender.

Transforme a informação médica em uma explicação com frases curtas, linguagem cotidiana e incertezas bem sinalizadas.

  • Linguagem cotidiana
  • Sem alarmismo
  • Hipóteses bem sinalizadas
Como escrever/patientfriendly [informação médica]
Exemplo do guia
/patientfriendly
Homem, 42 anos, dor no olho esquerdo, cefaleia e visão turva.
Pronto para adaptar
Ver o prompt completo
/patientfriendly
[informação médica]

Simplifique a explicação médica para que o paciente consiga compreender o quadro sem excesso de termos técnicos.

Estrutura sugerida:

1. O que pode estar acontecendo?
Explique o quadro de forma simples, usando linguagem cotidiana.

2. O que isso pode significar?
Apresente as principais possibilidades sem afirmar um diagnóstico sem confirmação.

3. Por que é importante investigar?
Explique claramente a importância da avaliação.

4. O que o médico pode fazer?
Descreva de forma simples os exames e as etapas da avaliação, quando houver informações suficientes.

5. Quando procurar atendimento imediatamente?
Apresente sinais de alerta relevantes quando existirem, para revisão pelo médico.

Regras de linguagem:
- Evite jargões médicos ou explique o termo quando ele for necessário.
- Use frases curtas e diretas.
- Priorize clareza em vez de complexidade.
- Não cause alarmismo.
- Não transforme uma hipótese em diagnóstico confirmado.
- Destaque sinais de alerta quando existirem.
- Não invente dados nem apresente como definida uma orientação que ainda precisa de avaliação médica.

Troque os campos entre colchetes. Preserve apenas as informações disponíveis.

Explicação ao paciente
Exemplo de comunicação com pacientes. Revise informações e orientações antes de compartilhar com pacientes.
Um caso, três formas de trabalhar

Do raciocínio à conversa com o paciente.

Use o mesmo contexto em etapas diferentes. Cada comando organiza uma parte do trabalho, sempre com revisão médica.

Caso de exemplo do roteiroHomem, 42 anos, dor no olho esquerdo, cefaleia e visão turva.
/DDX

Organizar hipóteses

Liste possibilidades, achados a favor e o que precisa ser investigado.

Usar este comando
/SOAPnote

Estruturar o registro

Distribua somente os dados informados em S, O, A e P.

Usar este comando
/patientfriendly

Explicar com clareza

Traduza as informações revisadas para uma linguagem acessível.

Usar este comando

O caso é didático e não contém exame físico ou resultados de exames. A IA deve sinalizar essas ausências, sem preencher lacunas com informações da imagem.

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